quarta-feira, 30 de junho de 2010

Amor a vivência histórica.


“Amo a história. Se não a amasse não seria historiador. Fazer a vida em duas: consagrar uma à profissão, cumprida sem amor; reservar a outra à satisfação das necessidades profundas - algo de abominável quando a profissão que se escolheu é uma profissão de inteligência. Amo a história – e é por isso que estou feliz por vos falar hoje, daquilo que amo” Lucien Lebvre
Acredito que todo historiador deveria ter como lema de vida e de profissao as palavras acima citadas por Febvre. O historiador tem um dever como profissional de interpretar fatos, elementos e vestigios que interligam diversos momentos diferentes mas que estao relacionados, tentando explicar muitas vezes o presente em que está inserido. O historiador educador tem além dessa funçao levar os educandos a perceberem a importancia dos momentos históricos como um fator de construcao social e ideologica, e cada individuo pode ser protagonista na construçao de uma nova história, de transformaçao e de progresso, independente de classe, raça, genero ou opçao sexual.
O texto acima vem como um impusionador e um estimulo na vida do historiador. Acima de tudo devemos compreender que fazemos história e que esse fazer pode mudar acontecimentos importantes, mas para isso devemos acreditar e saber que como educadores temos muitas responsabilidades e objetivos a alcançar. Por isso "amo a história, se nao amasse nao seria historiadora".

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